“Para serem mais honestos do que eu têm que nascer duas vezes”. (Cavaco Silva)
Se outros exemplos não houvesse, esta frase bastaria para aferir da arrogância compulsiva que afecta o actual Presidente das República.
Os que ainda se interrogam sobre razões que o levam a pronunciar-se negativamente, no acto da promulgação, sobre diplomas da Assembleia da República que não veta, nem submete ao Tribunal Constitucional, não percam tempo. É a arrogância a falar.
Como muito bem sabe o economista Cavaco Silva, no preço das acções negociadas fora de bolsa entram componentes nem sempre transparentes. As juras de honestidade não contribuem para o seu esclarecimento. Pelo contrário.
Se outros exemplos não houvesse, esta frase bastaria para aferir da arrogância compulsiva que afecta o actual Presidente das República.
Os que ainda se interrogam sobre razões que o levam a pronunciar-se negativamente, no acto da promulgação, sobre diplomas da Assembleia da República que não veta, nem submete ao Tribunal Constitucional, não percam tempo. É a arrogância a falar.
Como muito bem sabe o economista Cavaco Silva, no preço das acções negociadas fora de bolsa entram componentes nem sempre transparentes. As juras de honestidade não contribuem para o seu esclarecimento. Pelo contrário.
Esta não devia ser a frase que um politico sábio pronunciaria na ocasião. Ele devia ter dito antes: "Para serem mais sérios do que eu terão que ser julgados duas vezes..."
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