Naquela noite, os anõezinhos agigantaram-se e finalmente conseguiram expulsar o vilão para fora do palácio. A festa meteu parada e prolongou-se até de madrugada, quando, um a um, os anõezinhos se deixaram adormecer no buxo dos jardins.
Na manhã seguinte, os anõezinhos confirmaram a ausência do vilão, não conseguindo entender porque razão continuavam anões…
Na manhã seguinte, os anõezinhos confirmaram a ausência do vilão, não conseguindo entender porque razão continuavam anões…
Gostava de um dia escrever tão bem.
ResponderEliminarComo não sei direi apenas que somos todos anões.
Há uns que não podem deixar de estar associados a uma derrota como comunidade. É já passado.
Oxalá os anões novos cresçam. Digo-o por interesse próprio. Não por palaciano.
Mas para ver se aliviamos da desesperança em que caímos.
Um abraço
Diz o ditado: "Os homens não se medem aos palmos",por isso admito que haja anões que quando se agigantam consigam atingir os seus objectivos.Deixemo-los trabalhar...e guardemos os comentários para um momento mais oportuno.JP
ResponderEliminarPois sim: sejamos todos anões. No entanto, não dexio de ser um anão com... 1,81m!
ResponderEliminarE há anões que, por mais que cresçam, nunca deixarão de o ser porque esses são anões por grave deficiência neuronal. Desses, uns já ficaram pelo caminho, outros terão o mesmo irremediável destino. Porque a História faz-se com gente e não com palavras, por mais bonitas que nos pareçam ou por mais sábias que pretendam ser.
Apesar da contenção, vêem-se já no ar os foguetes da festança que aí vem: os belmiros e os balsemões, os banqueiros e os aldrabões, os contabilistas da desgraça e os patrões...
Pergubto: alguém viu festejos da parte das centenas de milhar de desempregados? Ou daqueles que ainda seguram o emprego e o salário mínimo? Ou dos que se endividaram porque lhes impingiram soluções milagrosas para resolverem os seus problemas financeiros? Ou dos que trabalharam a vida inteira para ter uma reforma de miséria que agora é fortemente ameaçada porque - dizem eles - somos todos responsáveis?
Se este blog fosse de minha autoria, tratá-los-ia, aqui e agora, como eles merecem, isto é, com o vernáculo que os 43% de abstencionistas utiliziram...