sexta-feira, setembro 09, 2005

Economistas, ou velhos do Restelo?

Nos últimos tempos, nomeadamente desde a demissão de Campos e Cunha, os economistas mais mediáticos deste país têm sido os maiores arautos da desgraça, como é exemplo o invertebrado documento dos “13” sobre os investimentos anunciados pelo governo.

De tanto propagandearem os cenários da tragédia, ficam encalacrados quando o crescimento da economia os desilude.

2 Comentários:

Às 10/09/05, 12:15 , Blogger j disse...

A respeito de "economistas", estamos falados...
Mas, acerca do grupo de individualidades a que te referes, é imperioso dizer que eles não se comportam como economistas, que não sei se são, mas como defensores de um modelo de sociedade cujos resultados infelizes, desgraçados e criminosos estão à vista pelo mundo fora. Até no "paraíso" terreal, onde era suposto haver apenas pessoas felizes para todo o sempre...
Ora! Ainda haverá gente com pachorra para aturar tantos desmandos? Haverá ainda gente que consegue ouvir esta cáfila que NUNCA apresentou uma única solução para os graves problemas económicos e financeiros deste país?
Estou mesmo a ver...
Agora, começam a levantar a necessidade de ... aumentar os poderes presidenciais!!! Como se isto fosse só pedir... e já está!!!
Talvez lhes sais, mais uma vez, o tiro pela culatra!
(jcm)

 
Às 12/09/05, 11:28 , Anonymous V. Castro disse...

As estatísticas, em economia, são como os textos sagrados, em religião: permitem afirmar tudo e o seu contrário. Tudo depende da sensibilidade dos analistas, que as interpretam.
Mas o problema, aqui, é de outro cariz e resume-se no que está dito acima, sobre os «13 da videirada».
Adiante.

VHC

 

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