Quando uma empresa estrangeira decide fechar uma fábrica em determinado país para a abrir noutro, costuma dizer-se que “o capital não tem pátria”, tentando justificar a sua fuga às responsabilidades sociais.
Mas nunca se ouviu dizer o mesmo dos lucros, como se estes não dependessem daquele e ambos não pertencessem ao mesmo possuidor.
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ResponderEliminarÉ pena que as sagradas leis do mercado apenas sejam invocadas para defender os detentores do capital e os que se apropriam dos lucros. Nunca vi o contrário.
ResponderEliminarLição bem estudada, desde os áureos tempos da mão invisível de Adam Smith. O qual, pelos vistos, volta a ser o guru dos chamados ultraliberais.