Tal como os franceses começaram por se rir das extravagâncias de Bokassa, os nossos políticos, e uma boa parte da nossa Intelligentsia, sempre fizeram vista grossa às tropelias antidemocráticas do émulo madeirense, desculpando-as a título de palhaçadas simianas.
Tal como no exemplo francês, parece que uns e outros estão finalmente a descobrir que, à semelhança do original, a cópia madeirense não tem graça nenhuma.
Tal como no exemplo francês, parece que uns e outros estão finalmente a descobrir que, à semelhança do original, a cópia madeirense não tem graça nenhuma.
Os franceses riram-se do João Bokassa. Ou não fosse ele um produto acabado da escola francesa de formação de futuros dirigentes africanos...
ResponderEliminarMais perigoso é este João que, em pleno século XXI, consegue convencer uma ilha inteira da bondade da sua política ditatorial.
Grandes e insondáveis interesses devem andar à volta daquela ilha!!!