Vi-o há oito dias, no restaurante a que chamava seu. Lá estava numa mesa discreta, acompanhado de um desconhecido. Alguns comensais, sobretudo jovens, pediam-lhe autógrafos antes de saírem. Outros quiseram mesmo fotografar-se com o ídolo.
Visivelmente alquebrado, a todos atendeu, com o mesmo sorrido de criança que nunca cresceu.
Descansa em paz, Eusébio!
Já lhe agradeci pessoalmente as muitas noites de alegria que proporcionou a tantos de nós, na nossa juventude.
ResponderEliminarNão vai ser fácil voltarmos a ter um grande jogador que era, simultaneamente, um homem de uma grande simplicidade.
Sinto uma grande tristeza.
J. Cosme
Então não ha posts nestes dias? Beijinho PFM
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