segunda-feira, janeiro 20, 2020

Separar as águas

Carlos Silva, líder da UGT, diz que não se recandidata porque não  se sente apoiado pelo partido Socialista.
Confundir o sindicalismo com a militância partidária é  um erro de consequências nefastas que põe em causa a independência sindical.

Carlos Silva terá de rever as suas idéias.

1 Comentários:

Às 20/01/20, 11:42 , Blogger Jaime Santos disse...

Silva é bem capaz de estar certo, mesmo se o apoio do PS ou a falta dele é absolutamente irrelevante por essa razão que indica. Só que eu suspeito que o sindicalismo acrítico de Silva em relação ao poder político, sobretudo nos tempos da troika, é capaz de ter sido um bocadinho demais para o PS, mesmo sendo este um Partido de Poder. António Costa e os seus provavelmente respeitam mais a atitude de um Arménio Santos (mas não a de um Mário Nogueira) que a de Silva...

Seja como for, o anúncio é uma boa notícia...

 

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