sábado, junho 11, 2011

“Repovoamento agrário do interior”

Tarefas relacionadas com a edição de um filme (acredite quem quiser…) têm-me impedido de acompanhar como devia as novas que, por estes dias tão fecundos, brotam em qualquer lugar.
Desculpa ò Luíz Vaz, mas com tal atrapalhação não tive oportunidade de ver como soava o teu excelso nome na boca do Barreto, aquele barbudo enjeitado que a nobre familia Pingo Doce em boa hora acolheu, nem de confirmar se o vice-rei de sotaque mourisco que nos governa, já se lembraria dos teus cantos…
Na verdade, em vez de te lerem, como deviam, anunciaram como novas as velhas sesmarias do malfado rei Fernando, fermoso e inconstante, que nos deixou de herança a guerra com Castela.

Perdoa-lhes Luiz, que eu não tenho virtude.

1 Comentários:

Às 11/06/11, 16:47 , Blogger j disse...

"Erros meus, má fortuna...", eu também não.
Mas, à cautela, já nem os ouço. Não vá encher-se-me de raiva o pobre coração, já sem volume para tanta mágoa.
PS.
Eis o que acontece a quem se arma em realizador, sem as adequadas credenciais...

 

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