sexta-feira, março 10, 2017

O Ano de Marcelo

Exceptuando as lideranças partidárias, que convivem mal com a constituição da República e a violam sistematicamente quando estão no poder, a generalidade do país revê-se no clima de paz social e de estabilidade que até internacionalmente é reconhecido.

Para tal muito tem contribuído a pro-activa actuação do actual presidente da república que, ao contrário do seu antecessor, soube pôr o interesse do país acima do interesse mesquinho do seu grupo ideológico.

Claro que as lideranças partidárias, que tinham em Cavaco Silva um aliado incondicional, estranham e criticam o comportamento de Marcelo Rebelo de Sousa, em quem votaram na esperança de que ele antecipasse as  eleições e desmantelasse a aliança parlamentar que suporta o governo.

Se o presidente sacrificasse a estabilidade para lhes fazer a vontade, ficariam contentes, mas o país seria prejudicado, algo que parece ser irrelevante para a actual liderança do PSD que se guia por uma estratégia de terra queimada. 

Na franja direita do PS continua a haver quem queira  tratar esta gente com paninhos quentes, mas tal estratégia ainda recentemente provou ser suicida: lembram-se da "abstenção violenta"?...


2 Comentários:

Às 11/03/17, 08:59 , Blogger Célia disse...

Nem mais!
Completamente de acordo.
Bom fim de semana.

 
Às 11/03/17, 10:54 , Blogger José Ferreira Marques disse...

Obrigado. Bom fim de semana também.

 

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