quinta-feira, novembro 08, 2012

O estranho caso da relva contaminada nos Açores

Nos Açores, a relva é uma riqueza. Sem ela, o queijo de S. Jorge,  o flamengo de S. Miguel, ou   a manteiga, não saberiam tão bem. O pior que podia acontecer aos Açores era alguém levar para lá relva contaminada. E tentaram...
As notícias postas a circular pelas arrastadeiras do costume de que alguém queria agredir Miguel Relvas nos Açores, é uma contaminação altamente tóxica, na senda das inventoras a que a nossa comunicação social dá crédito sem pestanejar.
Aliás, a comunicação social não só dá crédito, como nem sequer se faz rogada em colaborar nas maroscas que os esbirros da direita política engendram, na lúgubre tradição da Legião Portuguesa. A inventona das escutas de Belém, e a “montagem” da fraude a que se chamou processo Freeport, só foram possíveis com a participação activa e continuada de uma boa parte da comunicação social, enfeudada à direita mais retrógrada.
Se bem que a permanência de Miguel Relvas no governo ofenda qualquer pessoa de bem, bater-lhe seria reabilitá-lo. Ele não merece.
 

1 Comentários:

Às 08/11/12, 14:34 , Blogger J. Cosme disse...

Não é só a erva do arquipélago que vai sofrer a epidemia. Sabe-se agora que também tentaram substituir as vaquinhas da região por burrinhos do continente.
O Vasco que se cuide! Qualquer dia está a burricada a ornejar-lhe à porta...

Entre nós, há muita persona non grata, isto é, há muitas duqueses de Mântua e Miguéis de Vasconcelos.
Não precisamos de mais quem venha de fora...
Não sou eu que o digo:

 

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