quarta-feira, maio 07, 2014

Cartas viciadas

Para evitar reacções, este governo esconde as decisões até ao limite, caindo sistematicamente no ridículo de serem reveladas pelo comentador político Marques Mendes.

A saída foi limpa, proclama Passos Coelho, logo secundado por Cavaco, mas sobre a carta compromisso exigida pelo FMI nem um nem outro se pronunciou.
Paulo Portas diz que a carta a enviar ao FMI “não está ainda finalizada”, enquanto a ministra das finanças afirma que a carta de intenções exigida pelo FMI “não tem nada que não faça parte dos compromissos que os portugueses já conhecem”.


Ninguém sabe com quantos baralhos joga o governo, mas certamente não estão a falar da mesma carta. 

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