quarta-feira, fevereiro 15, 2017

A Corja

É cíclico.
Por vezes o país vive períodos de excelência e dá alguns passos em frente. Duram pouco tempo.
A corja que se viciou no suor dos servos da gleba e recusou a renascença, está sempre a puxar para trás e insiste em manter o país na cauda da civilização. Sempre acompanhada do seu exército de horrores, não desiste até repor o seu status quo: mentira, autoritarismo, ignorância, obscurantismo e empobrecimento generalizado. 
Só os abutres medram neste cenário de catástrofe imposto pela corja.

Quando pontualmente é afastada do poder, aproveita todas as brechas da  muralha para infiltrar o veneno que vai minando as consciências e não descansa enquanto não decapita os que se atreveram a questionar as suas ideias feitas, um "crime" que a corja nunca perdoa nem esquece.

A história de Portugal está cheia destes exemplos. Noutros tempos, os desalinhados ardiam nas fogueiras da inquisição, agora esfolam-se em comissões de inquérito onde os juízes decidem em causa própria.
Quando tal não resulta, abrem-se processos indiciários que se prolongam sem contraditório até os visados ficarem em fanicos.

Por enquanto ainda está na fase de injectar o veneno, mas defendam-se que o assalto não tarda.

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