segunda-feira, abril 16, 2018

Na Síria, nada de novo

Donald Trump vangloriou-se dos resultados dos bombardeamento da Síria, tal como  fez George Bush em 2002, após a invasão do Iraque.
Em ambos os casos, a justificação baseou-se em suspeições não confirmadas e, se para o Iraque a situação só piorou após a invasão, não se encontram razões para concluir que na Síria seja diferente.
De facto, o poder de Assad não foi afectado pelos bombardeamentos conjuntos dos Estados Unidos, Reino Unido e França.
Também a crescente influência da Rússia na região, talvez o verdadeiro móbil do ataque, não foi beliscada e pode mesmo ter saído reforçada pelo ataque.

Enfim, na hipótese menos má, na Síria nada mudou.


1 Comentários:

Às 16/04/18, 20:24 , Anonymous Abraham Chevrollet disse...

Ò Milhazes,ò Rogeiro,venham cá explicar melhor! E tragam o Marques Mendes...

 

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