terça-feira, dezembro 23, 2014

Esperanças vãs

A propósito da obsessão do governo em vender a TAP, tenho ouvido comentadores alvitrar que talvez o Presidente da República se opusesse às intenções do governo.
Decididamente estes comentadores ou andam distraídos, ou devem muito à inteligência. De facto, ainda está para chegar o dia em que Cavaco Silva contrarie este governo, tendo assistido impávido e indiferente a todas as tropelias que Passos Coelho e Portas ainda não pararam de infligir aos portugueses.
A promulgação da privatização da TAP é apenas mais uma decisão facilitadora da acção de um governo apostado em desbaratar o patrimônio nacional com a cumplicidade de um presidente desinteressado do interesse nacional.

2 Comentários:

Às 23/12/14, 23:07 , Anonymous Anónimo disse...

Cavaco só sabia pedir/exigir "maiorias alargadas" quando era a maioria do PS que aprovava diplomas e ele os devolvia, ou, então, pedir consensos no tempo do (in)Seguro para ajudar o governo a fazer as suas políticas de destruição.
Agora, que os tempos no PS mudaram, esqueceu os seus lancinantes apelos e deixa o governo à solta.
Apesar de tudo, espero que esta privatização não os coloque na história como autores de um crime contra o interesse nacional.

 
Às 23/12/14, 23:55 , Anonymous jpse neves disse...

É mesmo, esses comentadores e até alguns sindicalistas que ainda sugeriam que talvez o presidente vetasse a privatização.
Todos ou andam distraídos ou querem fazer-nos a nós distraídos. Então em tão pouco tempo esqueceram-se que o présidente ainda recentemente andava nums de caixeiro viajante a vender, ou leiloar, ou apregoar nos palácios orientais de lá de fora que tinha aviões à venda?
Tanto benefício da dúvida a quem nunca se engana, logo nunca volta atrás, serve a quem?

 

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