É a cumplicidade que os une
Passos Coelho saiu em defesa do governador do Banco de Portugal, Carlos Costa. Ainda bem que o defende pois Carlos Costa passou os últimos quatro anos a fazer de capacho do seu governo, em vez de se preocupar com o sistema bancário.
Se outras razões não houvesse, e há, o processo do BES/Novo Banco e o caso Banif seriam suficientes para que o governador pusesse o lugar à disposição, se Carlos Costa fosse responsável e assumisse as suas responsabilidades.
Porém, tal como o seu cavaleiro andante, Passos Coelho, o que os caracteriza não é a verticalidade, é a falta de vergonha.
" Tenho que lamentar a forma como a administração do Banco de Portugal tem vindo a arrastar uma decisão sobre esta matéria, a impedir que rapidamente esta solução proposta pelo Governo, e que foi aceite já pela maioria dos lesados do BES, pudesse estar já implementada".
Se isto é um ataque descabelado, como lhe chama o líder do PSD, ainda não viu nada. A questão é outra: Passos Coelho e Carlos Costa empurram os problemas com a barriga, como fizeram com o BES e o Banif, António Costa resolve-os.
" Tenho que lamentar a forma como a administração do Banco de Portugal tem vindo a arrastar uma decisão sobre esta matéria, a impedir que rapidamente esta solução proposta pelo Governo, e que foi aceite já pela maioria dos lesados do BES, pudesse estar já implementada".
Se isto é um ataque descabelado, como lhe chama o líder do PSD, ainda não viu nada. A questão é outra: Passos Coelho e Carlos Costa empurram os problemas com a barriga, como fizeram com o BES e o Banif, António Costa resolve-os.
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