quinta-feira, dezembro 31, 2020

Votos para 2021

 Que acabe a pandemia.

Que o desemprego reduza

Que o custo de vida baixe 

Que as reformas subam  

Que o amor reine 

Que a paz vigore


Barracas a mais

 Depois da morte de um cidadão ucraniano que se encontrava sob a responsabilidade do SEF, o ministério  da administração interna tem entre mãos uma trica entre a PSP e a GNR que não se entendem quanto á segurança do transporte das vacinas contra o Covid19.

O ministro Cabrita que se cuide.



segunda-feira, dezembro 28, 2020

Espetáculo

 A vacinação contra o Covid19 está  a preencher a tradicional falta de imaginação das televisões, preenchendo os noticiários e ocupando o espaço dos programas de entretenimento. 

Falta de pudor. 

terça-feira, dezembro 22, 2020

O massacre

 A morte de 540 animais, veados e javalis, na zona da Azambuja, está  a despertar o país para os abusos de gente que, quando se sente sem vigilância da autoridade, aproveita para abusar da liberdade.

Matar mais de meio milhar de animais por mero prazer é um ato criminoso.

segunda-feira, dezembro 21, 2020

Direita em marcha atrás

 As recentes declarações de dois protagonistas da direita (Cavaco Silva  e Passos Coelho) encarnaram o desespero politico do PSD que tarda em se regenerar.

Ambas as personagens já passaram pelo poder e os portugueses já mostraram que não os querem de volta. Quem ainda não percebeu isso, fica a devê-lo à inteligência...

quinta-feira, dezembro 17, 2020

A exploração da tragédia

 A comunicação social gosta de explorar as tragédias a coberto do direito de informar, mas não vale tudo.

A RTP mandou uma equipa à Ucrânia para entrevistar a viuva do ucraniano morto á guarda do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras

Aparentemente  a senhora não  gostou, afirmando mesmo que se sentiu pressionada.

A RTP não é um jornaleco de escândalos. Para o bem e para o mal transporta consigo a imagem do Pais. Era bom, por isso, que se abstivesse de iniciativas desta natureza.

 

segunda-feira, dezembro 14, 2020

Um mundo em roda livre

 Confortados por uma legislação burocrática, os serviços públicos tendem a funcionar em roda livre. Depois, quando acontece um "acidente", como  a morte do ucraniano à guarda do uma entidade do estado, cai o Carmo e a Trindade. O estado, isto é, nós todos, vai indemenizar a familia, mas ainda não se conhecem os castigos dos responsáveis...

Não vale a pena atirar as culpas para o ar que ninguém as vai apanhar. O sistema está todo errado.


quarta-feira, dezembro 09, 2020

Nem tudo é racismo

 Racismo é  discriminação. Vivi em Africa vários anos, fiz amigos de cores diferentes e tratava-os pelos respectivos nomes, sem nunca precisar de os distinguir pela cor da pele.

Sem paternalismos condescendentes, nem familiaridades simuladas, tu cá, tu lá, conforme o tratamento que se justifique, como é normal entre gente civilizada.